Areka’a estreia na CASACOR Mato Grosso com ambiente que traduz o tema “Mente e Coração” a partir da madeira como linguagem arquitetônica

A Areka’a realiza sua primeira participação na CASACOR Mato Grosso, que acontece em Cuiabá a partir de 26 de junho, marcando um momento simbólico na trajetória da marca.
Nascida no Mato Grosso, mas com atuação consolidada em mostras nacionais e internacionais, a Areka’a escolhe este momento para apresentar, dentro do seu próprio território de origem, uma visão amadurecida do seu trabalho. Mais do que uma estreia, trata-se de um movimento estratégico de reposicionamento, onde a marca retorna ao estado que a originou com uma linguagem consolidada e autoral.
Para essa participação, a Areka’a apresenta um ambiente de 74 m², assinado pelo arquiteto Léo Shehtman, onde a madeira assume protagonismo absoluto e se estabelece como elemento estruturante do projeto.

“Mente e Coração”: o tema interpretado pela matéria

Alinhado ao tema da edição, “Mente e Coração”, o ambiente propõe uma leitura que parte da própria materialidade para traduzir o equilíbrio entre razão e emoção.
De um lado, o rigor técnico, o desenho preciso e a funcionalidade.
Do outro, a potência sensorial da madeira, que carrega tempo, memória e identidade.
Nesse projeto, a madeira deixa de ser complemento e passa a ser arquitetura.
Ela está presente no revestimento, nos painéis, no mobiliário, nos detalhes e na construção da atmosfera do espaço. Cada elemento reforça uma ideia central: a de que é possível conceber um projeto de interiores completo a partir da madeira, explorando suas múltiplas possibilidades estéticas, técnicas e sensoriais.
A proposta não é apenas utilizar madeira.
É ampliar a forma como ela é percebida dentro da arquitetura contemporânea.

Um espaço contínuo, pensado a partir da madeira

Com 74 m², o ambiente foi concebido como um espaço integrado, reunindo living, área gourmet, convivência e bar em uma composição fluida.
A ausência de barreiras rígidas permite que a experiência aconteça de forma contínua, onde cada área se conecta naturalmente à outra.
Nesse contexto, a madeira atua como elemento unificador. Ela conduz o olhar, organiza o espaço e cria uma leitura coesa, transformando diferentes funções em uma única narrativa arquitetônica.

Materialidade, contraste e construção de linguagem

A força do projeto está na consistência da sua materialidade.
A madeira define o ritmo, a profundidade e a identidade do ambiente. Presente nos lambres, no mobiliário autoral e nos elementos estruturais, ela constrói uma linguagem sólida e sensorial.
Como contraponto, a pedra amazonita surge nas áreas gourmet e de bar, introduzindo contraste e sofisticação sem romper com a narrativa central.
O resultado é um ambiente onde todos os elementos dialogam entre si, sem hierarquia fragmentada. Cada escolha reforça a ideia de unidade.

Sustentabilidade como fundamento do projeto

A sustentabilidade está incorporada ao projeto de forma estrutural.
A madeira utilizada possui origem rastreável, proveniente de manejo florestal responsável, reafirmando o compromisso da marca com o uso consciente dos recursos naturais.
Mais do que uma escolha estética, trata-se de uma decisão de projeto que valoriza durabilidade, eficiência produtiva e aproveitamento integral da matéria-prima.
Aqui, a sustentabilidade não é argumento. É prática.

Areka’a como arquitetura

Neste ambiente, a Areka’a não ocupa o espaço. Ela constrói o espaço.
O mobiliário deixa de ser elemento complementar e passa a atuar como extensão da arquitetura, definindo proporções, percursos e experiências.
Como destaca Carla Garcia:
“Essa participação tem um significado muito profundo para nós. A Areka’a nasce no Mato Grosso, mas construiu sua trajetória fora antes de voltar. Apresentar esse projeto aqui é mostrar a evolução da marca dentro do seu próprio território, com mais consistência, mais maturidade e mais clareza do que acreditamos.”
Carla reforça também o papel central da matéria no projeto:
“A madeira sempre foi o ponto de partida da Areka’a. Mas aqui ela assume um papel ainda mais amplo. Ela deixa de ser um material aplicado e passa a ser estrutura, linguagem e identidade do espaço. É uma forma de mostrar que a arquitetura pode, sim, ser construída a partir dela, em todas as suas camadas.”

Um encontro simbólico com a trajetória de Léo Shehtman

A participação de Léo Shehtman adiciona uma camada relevante ao projeto.
Com uma trajetória consolidada na CASACOR São Paulo, onde participou de todas as edições, Shehtman construiu um repertório reconhecido pela integração entre arquitetura, arte e design.
Sua estreia na edição do Mato Grosso carrega um significado especial. Trata-se de um estado com o qual mantém forte identificação, especialmente pela relação com a madeira como elemento central da arquitetura.
Além disso, sua conexão com a Areka’a já vem sendo construída em projetos anteriores, incluindo a criação de uma peça autoral desenvolvida para seu ambiente na CASACOR São Paulo 2025.
Essa continuidade reforça não apenas uma parceria, mas uma afinidade conceitual entre arquiteto e marca.

Mais do que uma estreia, uma afirmação

A participação da Areka’a na CASACOR Mato Grosso não se limita a uma presença em mostra.
Ela representa a consolidação de um pensamento.
Depois de percorrer diferentes territórios e contextos, a marca escolhe seu estado de origem para apresentar uma visão mais ampla sobre o uso da madeira na arquitetura contemporânea.
Uma visão que não trata a madeira como tendência, mas como fundamento, expandindo sua linguagem.
Esse movimento marca um ponto claro na trajetória da Areka’a: afirmação de origem, de identidade e de direção.

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