“A natureza já tem as respostas. Cabe ao design escutá-la.”
— Carla Garcia, diretora criativa da Areka’a
O que são Parques Esponja?
Parques Esponja são áreas verdes urbanas planejadas para absorver, armazenar e filtrar grandes volumes de água da chuva, evitando enchentes, ilhas de calor e degradação ambiental. Em vez de apostar em grandes obras de concreto como piscinões ou canalizações rígidas, a lógica do parque esponja é devolver à natureza o seu papel original: infiltrar e reter a água de forma orgânica e distribuída.
Muito se fala que a China inventou os “Sponge Cities” — e de fato, o conceito ganhou força por lá com megaprojetos urbanos nos anos 2010. Mas o Brasil já praticava isso com pioneirismo. Curitiba é um exemplo emblemático: desde 1972, o Parque São Lourenço atua como área de alagamento controlado, transformando o risco de enchente em paisagem, convivência e proteção climática.
Esses parques demonstram que a cidade pode trabalhar em parceria com os ciclos da natureza, e não contra eles.

Cidades Esponja: a nova fronteira urbana
O conceito de Cidades Esponja vai além dos parques. Ele propõe ruas permeáveis, telhados verdes, jardins de chuva e zonas de drenagem regenerativa. É o urbanismo alinhado com os fluxos da terra — uma reconexão entre o natural e o construído.
Em um planeta que assiste, ano após ano, à intensificação das mudanças climáticas, essas soluções não são mais utopias. São urgências.

A Areka’a e o ciclo completo da madeira
A Areka’a, como marca de design brasileiro de alto padrão, não apenas cria mobiliário com estética e sofisticação — ela atua com consciência ecológica desde a origem da matéria-prima até a última lasca de madeira.
“Nós não desperdiçamos. Cada etapa tem propósito. Se não vira móvel, vira deck. Se não vira deck, vira lenha. A lenha, inclusive, vira luxo.”
— Carla Garcia
Esse pensamento holístico — ou melhor, sistêmico — conecta a Areka’a aos princípios das cidades esponja: reaproveitamento, inteligência ambiental, regeneração. Assim como o parque absorve a água, a Areka’a absorve o impacto do descarte florestal e o transforma em valor, beleza e consciência.
Turi: a lenha de design e propósito
Lançada em 2026, a linha Turi Lenhas da Areka’a é um exemplo claro de economia regenerativa. Aproveita sobras naturais que não se encaixam na marcenaria e que antes seriam descartadas ou, pior, deixadas apodrecer — o que libera CO₂ na atmosfera. A Turi transforma esse material em lenha nobre para gastronomia, fornos e aquecimento em hotéis de luxo, reduzindo emissões e dando nova vida à madeira.

Decks Sustentáveis: nova linha, mesma filosofia
A nova linha DEC Areka’a, de revestimentos e decks externos, aplica o mesmo rigor técnico e ecológico dos móveis. Madeira de origem legal, de árvores já caídas ou com manejo controlado, tratadas com processos de baixa emissão e design funcional.
“A madeira que cuidamos não termina em um produto. Ela continua uma história.”
— Carla Garcia

Amigos da Mata e o futuro regenerativo
O compromisso da Areka’a vai além do produto. O programa Amigos da Mata, por exemplo, doa mudas nativas a escolas e municípios, promovendo reflorestamento, educação ambiental e engajamento social.
A marca também se propõe a apoiar projetos de infraestrutura verde, como parques esponja e áreas de convivência com base biofílica, em parceria com cidades que queiram regenerar seus territórios urbanos.

O design que escuta a Terra
uando a Areka’a pensa design, ela não pensa só em forma — pensa em tempo. Em permanência. Em legado.
“Não estamos fazendo peças. Estamos fazendo futuro.”
— Carla GarciaAo alinhar-se com a lógica das cidades esponja, a Areka’a mostra que o design brasileiro pode — e deve — ser vanguarda de uma nova consciência. Aquela que une estética, função e regeneração. E que transforma cada mesa, cada banco, cada tora de lenha, num manifesto vivo por um mundo mais respirável.
Você é gestor público, arquiteto ou designer com propósito regenerativo?
A Areka’a está aberta a parcerias com impacto.
Entre em contato e conheça nossos projetos sustentáveis para cidades, escolas, espaços culturais e hospitalidade.
